
“Eu só creria em Deus que soubesse dançar...”
Friedrich Nietzsche – Filósofo
“...e dizem: Eis aí está um glutão, bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores...”Jesus de Nazaré
“...veio o Filho do Homem...que comia e bebia...e vós não cantastes...”Jesus de Nazaré
De fato em Jesus, Deus dança com os homens. Ninguém que leia o Evangelho deixará de ver Jesus em constante danças...
Começa Seu ministério interrompendo a falência de uma festa...transforma água em vinho...
Ele é recriminado constantemente porque atende à convites para festas em casas de pessoas pouco recomendáveis.
Sua misericórdia para com o drama humano é música da Graça aos ouvidos oprimidos.
E quando Ele deseja expressar a alegria de Deus e de anjos pela chegada da consciência a algum coração, Ele prepara o cenário de uma festa.
O pai do pródigo dançava e gostava de música.
“...veio o Filho do Homem...que comia e bebia...e vós não cantastes...”Jesus de Nazaré
De fato em Jesus, Deus dança com os homens. Ninguém que leia o Evangelho deixará de ver Jesus em constante danças...
Começa Seu ministério interrompendo a falência de uma festa...transforma água em vinho...
Ele é recriminado constantemente porque atende à convites para festas em casas de pessoas pouco recomendáveis.
Sua misericórdia para com o drama humano é música da Graça aos ouvidos oprimidos.
E quando Ele deseja expressar a alegria de Deus e de anjos pela chegada da consciência a algum coração, Ele prepara o cenário de uma festa.
O pai do pródigo dançava e gostava de música.
Nietzsche não viu nada. Aliás, viu tanto “cristianismo” que não viu Deus dançando em Cristo. Ele mesmo não percebeu o quão pré-condicionado estava. Não conseguiu enxergar que tudo era um convite para a festa na casa do Pai.
As parábolas de Jesus estão cheias de convites para que se venha dançar. Quando ninguém atende ao convite, ainda assim Ele não cancela a festa: enche a casa de mendigos, veste-os com trajes próprios, e ordena a liberdade.
Até João Batista, que não dançava do lado de fora, sabia que o que estava acontecendo era uma festa. Jesus era o noivo. A festa era Dele. João se alegrava.
De fato, se eu tivesse que dizer alguma coisa ao filósofo, lhe diria:
‘Eu é que não acredito em filósofos que não sabem dançar...e nem ver quando a festa está proposta.’
O que custava ao filósofo era crer que Deus não tinha nada a ver com o mal humor do Cristianismo. Acabou que o pensador foi incapaz de ouvir as músicas e entrar na festa.
Quem tem ouvidos para ouvir as músicas da Graça, que entre na festa. Deus está chamando você pra dançar. É por isso é que o convite tem o nome de Boas Novas.
Caio Fábio



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